06 February 2012

Fabio Farias

Informações e Tecnologias de maneira rápida e facil.

Facebook quer contratar 9,4 mil nos próximos seis anos

Publicado por Fabio Farias Em 28 - abril - 2011 Comentários desativados

O Facebook vai contratar mais 9.400 funcionários nos próximos seis anos, segundo apurou o jornal San Jose Mercury News.

A empresa de rede social, que tem passado por um ritmo explosivo de crescimento, confirmou em fevereiro que vai mudar [1] para um campus maior, com aproximadamente 320 mil metros quadrados, para acomodar seus negócios em expansão. E agora o Mercury News afirma que o Facebook, que atualmente emprega 2 mil pessoas em todo o mundo – 1,4 mil apenas nos escritórios de Palo Alto – espera atingir sua capacidade plena no novo campus lá por 2017.

A rede social espera multiplicar por cinco seu quadro de colaboradores, acrescentando 9,4 mil trabalhadores até 2017, informou o jornal, que usou como base documentos públicos entregues à prefeitura local.

“É perigoso, mas eles reconhecem de forma clara a ameaça de não crescer, o que poderia significar a ida de seu negócio para a Google ou alguma nova empresa”, avaliou Rob Enderle, analista do Enderle Group. “Eles têm potencial para cumprir esse tipo de meta, mas o que me preocupa é que eles ainda não fecharam sua estratégia de longo prazo e, nesse ritmo, as contratações podem fazer mais mal que bem.”

O Facebook não respondeu aos pedidos para comentar o caso.

Em fevereiro, uma porta-voz do Facebook confirmou à Computerworld/EUA que a empresa comprou o antigo campus da Sun Microsystems em Menlo Park, na Califórnia. O espaço, que abrigava a sede mundial da Sun antes de sua aquisição pela Oracle, cobre 230 mil metros quadrados, com nove prédios que totalizam 23 mil metros quadrados.

A empresa também comprou um terreno adjacente de 89 mil metros quadrados que se conecta ao campus da Sun por um túnel. A porta-voz do Facebook afirmou que a empresa reservou a propriedade para expansão futura.

A mesma porta-voz disse à época que a empresa esperava contratar mais este ano. “Nosso novo campus nos dá espaço necessário para continuar crescendo, e estamos atentos em relação ao que vem pela frente”, afirmou.

Os empregados deverão mudar para o novo campus em ondas. O primeiro grupo deverá ocupar as novas instalações em junho ou julho.

(Sharon Gaudin/Macworld.com)

Mulheres lideram OSU de Facebook, Orkut e Twitter no Brasil

Publicado por Fabio Farias Em 17 - fevereiro - 2011 Comentários desativados

Elas dedicam Cerca de Sete Horas Semanais sites in de Redes Sociais, Hora UMA Mais uma do Homens Que OS, Melhor aceitam e uma exibição de Marcas.

As internautas brasileiras navegam mais tempo que os homens em sites de redes sociais e aceitam com mais facilidade a intervenção de marcas em suas páginas no Orkut, Facebook e Twitter, segundo uma pesquisa da TNS realizada no Brasil e em mais 45 países. Como internautas Mais brasileiras navegam tempo Que OS Homens sites in de Redes Sociais e aceitam com facilidade Mais uma Intervenção de SUAS in Marcas Páginas no Orkut, Facebook e Twitter, UMA Segundo Pesquisa da TNS realizada no Brasil e in Mais 45 paises. Os resultados foram divulgados na terça-feira (15/2). OS RESULTADOS FORAM NA divulgados terça-feira (15 / 2).

De acordo com o estudo, chamado Digital Life, elas dedicam cerca de sete horas semanais em sites de mídias sociais – uma hora a mais do que os homens. De ACORDO COM O ESTUDO, chamado Digital Life, ELAS dedicam Cerca de Sete Horas Semanais in sites de mídias Sociais – Uma Hora Mais uma do Homens Que OS. E apenas 8% das entrevistadas no País consideram invasivas as ações de empresas em redes sociais – entre o público masculino, esse índice é de 19%. E apenas 8% das entrevistadas consideram País não invasivas como Ações in Empresas de Redes Sociais – Entre O Público masculino, ESSE e Índice de 19%.

Além disso, segundo o relatório, a maioria das mulheres brasileiras que acessam a Internet diariamente costuma buscar informações online após assistirem na TV o comercial de um produto que consideram interessante. «Além Disso, Segundo o Relatório, a maioria das Mulheres brasileiras acessam Que uma Internet Diariamente Buscar costuma Informações online epidêmico assistirem na TV o comercial de hum Interessante Produto consideram que.

Atualmente, 92% das internautas brasileiras não apenas mantêm o computador ligado enquanto assistem televisão, mas também tem o hábito de enviar e receber e-mails enquanto acompanham os seus programas preferidos. Atualmente, 92% das internautas brasileiras nao apenas Mantem o Computador Ligado Televisão assistem enquanto, MAS TEM also o Hábito de receber e-mails e ENVIAR OS SEUS acompanham enquanto Preferidos Programas. Deste total, 83% afirmam que, ao ver um comercial interessante na TV, buscam na web mais detalhes sobre o produto, o que destaca o quanto é importante uma participação ativa das empresas na Internet. Deste total, 83% afirmam Que, eh ver AO Interessante comercial na TV, buscam na Web Mais Detalhes Sobre o Produto, O Que Destaca o QUANTO e de suma importância UMA Participação Ativa das Empresas de Internet na.

Oportunidades Oportunidades
“As internautas brasileiras já superaram muitas barreiras em relação ao uso das redes sociais, compras online e interação com as marcas, estando atualmente mais abertas às oportunidades de negócios no meio digital”, declarou o diretor de Atendimento da área de Tecnologia da TNS Research International, Alexandre Momma. “Como brasileiras internautas JÁ superaram muitas in Barreiras Relação AO USO das Redes Sociais, compras online e Interação com o Marcas, estando atualmente Mais Abertas o Oportunidades de Negócios nenhuma Meio digital”, declarou o Diretor de Atendimento da área de Tecnologia da TNS Research International , mãe de Alexandre.

Entre os produtos que o público feminino mais compra pela web estão cosméticos (30% das entrevistadas), roupas (26%), perfumes (24%), calçados (21%) e produtos de higiene e de cuidados para bebês (12%), de acordo a TNS. Entre OS Produtos Que o Público Mais feminino Compra Pela web estao cosméticos (das 30 entrevistadas%), Roupas (26%), perfumes (24%), Calçados (21%) e Produtos de Higiene e Cuidados de bebes para (12%) , de um ACORDO TNS.

“Entender o comportamento de compra do público feminino no meio digital é um grande desafio para a maioria das empresas que têm produtos e serviços direcionados a esse segmento”, afirma a empresa. “Entendre o Comportamento de Compra do Público feminino não SBCe hum e digital Grande Pará Um Desafio maioria das dez Empresas Produtos e Serviços direcionados Que uma ESSE Segmento”, a Empresa um Afirma.

O estudo Digital Life foi realizado recentemente em 46 países e contou com a participação de 48,8 mil internautas com idades entre 16 e 60 anos. O Estudo Digital Life in FOI Realizado recentemente 46 paises e com Contou uma Participação de 48,8 milhões internautas com idades Entre 16 e 60 Anos.

Twitter, pra que te quero?

Publicado por Fabio Farias Em 20 - junho - 2010 Comentários desativados

microblog foi o astro da semana, como já ocorreu anteriormente e certamente acontecerá em inúmeras outras ocasiões. Alguém aí pensou no cometa “Cala a boca, Galvão”? Acertou, mas não é só isso.

Twitter, da piada à informação em segundos

Também é possível lançar um olhar interessante sobre a repercussão da notícia da morte do escritor José Saramago, ocorrida na sexta-feira, que pode ser um bom contraponto – ou complemento, depende do ponto de vista – à “peraltice” de alcance mundial do caso “Cala a boca, Galvão”. Explico.

A pilhéria com o principal locutor do maior grupo de comunicação do Brasil ganhou o mundo de uma maneira impressionante e, até certo ponto, surpreendente: como uma piada interna – algo que só nós, brasileiros, sabíamos do que se tratava, os gringos não entendiam – alcançou a liderança mundial no Twitter? Os brasileiros fomentaram de tal forma a hastag “CALA BOCA GALVAO” (escrita dessa forma) que a tornaram a mais popular do planeta durante alguns dias.

A brincadeira virou vídeo à lá BBC para supostamente salvar os pássaros da espécie “Galvão”. Deu até no New York Times, no La Reppublica, no El País. Foi trend topics na cabeça.

Então alguns, como se viu em tweets e artigos em sites, questionaram se o microblog não deveria ser usado para um fim mais nobre que simplesmente aporrinhar Galvão Bueno.

Trocando em miúdos, o Twitter seria um brinquedinho, um divertimento de proporções gigantescas – e perigosas. Por que não usar essa força de mobilização no microblog também para acabar com a corrupção, para defender a adoção de uma nova matriz energética que emita menos poluentes, para fiscalizar o poder etc? Faz todo sentido: se temos um canal democrático, livre e poderoso nas mãos, por que não usá-lo para causas em defesa do bem comum?

Saramago e a agilidade da informação

Mudemos agora o foco para o único escritor de língua portuguesa a ganhar um Prêmio Nobel de Literatura. Com a notícia da morte de José Saramago, o Twitter mais uma vez se mostrou poderoso como canal para difundir uma informação, considerada relevante por uma parcela importante dos usuários.

Quem acompanha o perfil do Ministério da Cultura do Brasil no microblog, por exemplo, ficou sabendo por volta das 8h30 da morte de Saramago, por meio de um tweet que dizia:

“Um minuto de silêncio, na reunião de ministros da Cultura da Comunidade de Países de Língua Portuguesa, pela morte de José Saramago”

A Rede Globo deu a notícia no intervalo da partida Alemanha e Sérvia, por volta das 9h15. Para citar alguns exemplos na internet brasileira, o Terra publicou às 9h12, UOL (9h15), Folha.com (9h18), G1 (9h19), Estadão (9h22), R7 (9H24), iG (9h25), O Globo (10h02).

No momento em que o Ministério da Cultura – que não é uma empresa de comunicação, diga-se -, tuitou a notícia, o site do jornal espanhol El Pais já trazia a matéria sobre o assunto, assim como o português Diário Digital.

Ok, e daí?

O que podemos depreender disso? Que quem quer saber primeiro, estar a par das tendências, ficar informado no momento em que a notícia acontece, tem no Twitter um aliado imbatível. No caso de Saramago, muitos brasileiros souberam da morte do escritor primeiro pelo Twitter, e lá começaram a comentar o assunto. Só mais tarde os veículos nacionais de comunicação entraram na história.

Imagine que esse mesmo fenômeno pode acontecer com qualquer outro assunto – sucessão presidencial, um projeto de lei importante em discussão na Câmara etc.

Até aí, é possível que alguns, como o usuário do Twitter @Alelex88, escrevam: “só soube agora que saramago morreu. diferença que fez no meu dia: 0,0%”, na transcrição literal.

Por isso, repito, minha argumentação é no sentido de quem quer estar atualizado e em sintonia com determinados assuntos.

Mas o Twitter também tem serventia para serviços úteis no cotidiano. Pense no caso de informações em tempo real sobre a situação no trânsito. O perfil da CET-RJ é um exemplo: informa onde há acidentes, onde a via está travada e rotas alternativas. Neste caso, saber rapidamente faz diferença.

Atenção para os “poréns”
Mas cabem aqui uma ressalva e um alerta. Em primeiro lugar, é preciso deixar claro que não estou aqui a valorizar em demasia o fato de dar uma notícia dois, cinco ou quantos minutos forem antes dos outros. Mas sim de analisar a forma e a função de uma determinada ferramenta de comunicação.

Como é ágil e tem um poder de “viralização” impressionante, o Twitter já se consolidou como uma ferramenta de comunicação imprescindível, que faz parte do dia-a-dia de milhões de pessoas mundo afora e influencia debates.

Agora, o alerta: justamente por causa das características aqui exaltadas – agilidade e poder de propagação -, o Twitter representa um risco para os profissionais de comunicação, se mal utilizado: uma informação infundada no microblog pode deflagrar um problemão, assim um retweet em cima de notícia equivocada (já paramos para pensar no que significa dar um retweet?).

Em outras palavras, para os jornalistas e demais profissionais de comunicação, o Twitter é uma ótima referência para ficar antenado, ter pistas para apuração e sair na frente. E também permite sentir a “temperatura” do público, os temas em evidência, as discussões capazes de mobilizar as pessoas. É um grande aliado, mas que exige atenção redobrada. E permanente.

Empresas deveriam planejar abandono do Windows XP

Publicado por Fabio Farias Em 03 - junho - 2010 Comentários desativados

Relatório adverte que, embora Microsoft vá oferecer suporte ao sistema até 2014, muitas aplicações deixarão de funcionar a partir de 2012.

A maioria das organizações deveria começar a esboçar planos para eliminar o Windows XP e migrar para o Windows 7, aconselham analistas da empresa de pesquisas Gartner.

Cerca de 80% dos clientes da Gartner saltaram o Windows Vista, e se apoiam principalmente no velho Windows XP, afirma a empresa.

O Windows 8 “não chegará tão cedo”, portanto “a maioria das organizações deveria planejar e testar o Windows 7 este ano”, defende a Gartner.

A Microsoft tem dito que fornecerá suporte para o XP até abril de 2014, o que aparentemente dará às empresas bastante tempo para que migrem para um novo sistema operacional. No entanto, em 2012 as novas versões de muitas aplicações não funcionarão no XP, e vários desenvolvedores independentes de software começarão a eliminar o suporte ao XP, argumenta a empresa.

Leia a notícia completa na Computerworld.

Por Network World/EUA Publicada em 02 de junho de 2010 às 14h41